A primeira célula de combustível
foi construída em 1839 por Sir William Grove, um juiz Galés e cavalheiro científico.
O interesse sério nas células de combustível como um gerador prático, começou
nos anos 60, quando o programa espacial dos Estados Unidos escolheu a célula
de combustível no lugar da mais arriscada energia nuclear e da mais cara energia
solar. As células de combustível abasteceram de energia as naves Apolo e Geminis
e ainda fornecem eletricidade e água ao tranbordador espacial.
As células de combustível podem
promover uma grande diversidade de energia, bem como uma transição até fontes
renováveis de energia. As células de combustível operam com hidrogênio, o elemento
mais abundante na terra. Uma grande situação sobre as células de combustível,
é que não importa de onde vem o hidrogênio – água, metanol, etanol, gás natural,
gasolina ou diesel, amônia ou borohidreto de sódio. Os combustíveis que contem
hidrogênio geralmente requerem um “reformador de combustível” que extrai o hidrogênio.
A energia também poderia ser fornecida a partir da biomassa, vento, energia
solar ou outras fontes renováveis de energia. As células de combustível de hoje
estão funcionando com diferentes combustíveis, até com gás de aterros sanitários
e plantas de tratamento de água
Pode-se usar biogás
de aterros sanitários em células de combustível?
O Programa Regional Noroeste de
Biomassa, em conjunto com XENERGY, Inc., terminou um estudo muito completo que
examina a possibilidade do uso da tecnologia de células de combustível estacionárias
baseadas em bio-combustíveis. O estudo pode ser obtido gratuitamente em http://www.nrbp.org/pdfs/pub31.pdf.
Este estudo mostra, que sistemas baseados no uso de biomassa, desde uma perspectiva
técnica, são capazes de fornecer uma fonte limpa e renovável de eletricidade
a largo prazo. Os resultados do estudo não são notícia para algumas pessoas.
As células de combustível já mostraram ser exitosas neste tipo de aplicações,
em serviço, no largo do país, em mais de 150 aterros sanitários e plantas de
tratamento de água, gerando potência a partir do gás metano que produzem, assim
como reduzindo as emissões neste processo de geração.
Em 1992, uma demonstração exitosa no aterro sanitário de Penrose Landfill em
Sun Valley, Califórnia pavimentou o caminho para a operação de células de combustível
operando com aterros sanitários e instalações de tratamento de água. Estes tipos
de instalações estão agora trabalhando ao redor dos E.U.A. e Ásia. Desde 1996,
o aterro sanitário de Groton em Connecticut está produzindo 600.000 kWh de eletricidade
ao ano, com uma saída contínua de potência da célula de combustível de 140 kW.
Em 1997, UTC Fuel Cells (antigamente IFC/ONSI)
instalou um sistema de célula de combustível na planta de tratamento de água
de Yonkers em Nova York, a qual produz mais de 1,6 milhões de kWh de eletricidade
ao ano, liberando somente 72 libras de emissões ao ambiente. A cidade de Portland,
Oregon, instalou uma célula de combustível para produzir potência, utilizando
um digestor anaeróbico de uma planta de tratamento. Gera 1.5 milhões de kWh
de eletricidade ao ano, reduzindo a faturação elétrica da planta em uns $102.000
dólares anuais. A planta recebeu o reconhecimento do Clean Air Excellence Award,
da Agência de Proteção Ambiental dos E.U.A. (EPA). A UTC também vendeu suas
células PC25C para dois distritos na Califórnia, para esta aplicação e oito
plantas PC25TM de célula de combustível ao New York Power Authority (NYPA).
As unidades PC25 de 200-kilowatts serão instaladas em quatro plantas de tratamento
de água no Brooklyn, Staten Island, Bronx e Queens.
Fora dos E.U.A., a UTC instalou
uma unidade PC25 na cidade de Guangzhou, na China, para gerar potência a um
equipamento elétrico em uma granja de porcos, exportando, além disso, o excedente
de potência, para fora da granja. Inicialmente, a célula de combustível será
usada com gás LP, mas eventualmente será alimentada por gás de fermentação metano,
produzido pelo desperdício da granja.
Outra companhia, a FuelCell Energy, Inc. (FCE) foi selecionada
para instalar e operar uma planta de potência de 1MW da Direct FuelCell® (DFC),
nas instalações de Renton de Tratamento de Água do Sul no Condado King, Washington.
O projeto demonstrativo de dois anos é compartido em custos pelo FuelCell Energy
e o Condado King, em partes iguais, através de um financiamento cooperativo
outorgado ao Condado County pela EPA. O valor total do contrato é de $18,8 milhões
de dólares.
A FCE e seu sócio distribuidor na
Ásia, a Marubeni Corporation, estão instalando uma planta de poder DFC para
as instalações de tratamento de água em Fukuoka, Japão, no primeiro trimestre
de 2003. A instalação da planta é parte de um programa de dois anos para avaliar
a célula de combustível, a qual será operada no modo de co-geração, usando as
emissões de metano do processamento das águas municipais, para gerar eletricidade.
Adicionalmente, um digestor anaeróbico, que tratará a entrada das águas municipais,
usará a saída térmica da célula de combustível.
A FCE e a Marubeni também instalaram
uma planta de potência DFC na cervejaria de Kirin, nos arredores de Tokyo. A
célula de combustível utiliza um digestor parecido ao de metano gás do efluente
do processo de fermentação de Kirin. Também no Japão, a Toshiba instalou células
de combustível que operam com gases de desperdício, nas cervejarias de Asahi
e Sapparo e planejam expandir seus esforços para vender sistemas de célula de
combustível, que operem com gás de lodos de plantas de tratamento. A Toshiba
começou esta operação na cidade de Yokohama, enfocando os sistemas aos governos
locais.
Como se compara um veículo com células
de combustível contra um de baterias?
Os automóveis com células de combustível
são um atrativo avanço sobre os automóveis movidos com baterias. Os primeiros
oferecem vantagens sobre os veículos alimentados por baterias, mas também podem
ser re-alimentados rapidamente e poderiam ir mais longe entre cada re-abastecimento.
Os automóveis com células de combustível
que usam hidrogênio como combustível serão veículos com zero emissões (ZEV),
ou aqueles que usam outros combustíveis produziriam quase zero de emissões.
São também mais eficientes que os autos de baterias recarregados pela rede elétrica.
Adicionalmente, os autos de células de combustível poderiam produzir menos gases
de efeito estufa considerando “todo o sistema” -- tomando em consideração todas
as emissões associadas à obtenção do recurso, processamento do combustível e
uso.
Estudos da General Motors e Ford
notaram que os motores de automóveis com células de combustível poderiam ser
construídos por quase o mesmo preço que um motor de combustão interna.
Que tão eficiente
será um automóvel com células de combustível e quantas milhas por galão fará?
Os veículos de células de combustível
(FCVs) estão alcançando eficiências energéticas de 40 a 50% em provas e demonstrações
atuais; através de pesquisa e desenvolvimento extenso, estes números estão melhorando
cada dia. Uma eficiência energética melhorada, a qual implica a promessa de
reduzir importações de petróleo estrangeiro e incrementar a segurança energética,
faz dos FCVs um atrativo substituto dos motores de combustão interna (ICEs),
os quais são entre 10 e 16% eficientes.
Os cálculos exatos variam de estudo
a estudo, mas muitos fabricantes de automóveis revelaram dados, mostrando que
os FCVs são muito mais eficientes que os veículos comparáveis de ICE. A Toyota
publicou pesquisas mostrando seu veículo a gasolina convencional com uma eficiência
de só 16%, enquanto que seu automóvel FCVH-4, com hidrogênio, está projetado
para alcançar 48% de eficiência do veículo – três vezes mais eficiente. A General
Motors (GM) assegura que seus protótipos de automóveis com células de combustível
operando com hidrogênio, tem mais do dobro da eficiência que seus veículos convencionais
a gasolina.
Ao falar de emissões e eficiências
de veículos, é importante observar o quadro completo - desde o momento em que
o combustível é primeiro tomado do subsolo, produzido, refinado, fabricado,
transportado e armazenado, até que realmente lhe dá potência ao veículo, assim
como os riscos de segurança totais no manejo do combustível ao largo de todo
este caminho. Este enfoque é conhecido como ciclo completo do combustível ou
"poço-a-rodas” (“well-to-wheels”). Este tipo de análise tem que ver com
a eficiência da produção do combustível, poço-a-rodas (well-to-tank), e a eficiência
do veículo (tanque-a-rodas). Observando o quadro completo nos oferece uma comparação
mais completa.
As leis da termodinâmica limitam
os ICEs e todas as outras máquinas de combustão interna. Sem chama, as células
de combustível evitam as perdas de eficiência associadas com a ignição, queimado,
transferência de calor até os gases e escape. As células de combustível convertem
a energia química de um combustível, diretamente em energia elétrica, a qual
é alimentada a um motor elétrico para dar potência as rodas de um FCV.
À medida que a gasolina entra em
um ICE, perto de 85% da energia é liberada enquanto queima no motor e se perde,
principalmente em forma de calor. A energia remanescente é convertida em energia
mecânica para fazer rodar as flechas e embreagem do motor; alguma desta energia
mecânica é perdida devido à fricção entre componentes, à medida que passa da
transmissão às rodas do automóvel. Pior ainda, quando um auto está em ponto
morto, à eficiência é zero. Um modo prático de pensar na eficiência do teu veículo
é mediante teu próprio manual de bolso. Os veículos utilitários esportivos (Sport
Utility Vehicles ou SUVs) tem sido provados com eficiências de aproximadamente
10%. Quando diriges teu SUV ao posto de gasolina e enches o tanque com $20,00
dólares de gasolina, combustível químico, só $2,00 vão realmente movimentar
teu automóvel. O restante do teu dinheiro, $18,00 dólares, é desperdiçado em
forma de calor ou contaminação.
Veículos elétricos com baterias
demonstram a importância de ver o quadro completo poço-a-rodas, já que não existe
conversão de energia a bordo do veículo. A Toyota mostrou seu veículo elétrico
com uma eficiência de 80%, o dobro dos FCVs. Se tomares em conta a eficiência
de 26% poço-a-tanque e as eficiências associadas à carga das baterias; a eficiência
global poço-a-rodas (well-to-wheels) é de 21% – melhor que os automóveis convencionais
de hoje , mas não tão eficientes como os de célula de combustível ou FCV.
Ainda hoje, com a geração e distribuição
de combustíveis alternos na sua infância, os FCVs tem maiores eficiências poço-a-roda
(well-to-wheels) que qualquer outro tipo de veículo, incluindo ICE e autos híbridos
com baterias. Três análises independentes alcançaram conclusões similares ainda
que não idênticas. As provas da Toyota em planta publicaram 13% de eficiência
global do ciclo de combustível poço-a-rodas, para seus veículos de ICE a gasolina.
O Instituto do Metanol (Methanol Institute - MI) revelou números globais muito
parecidos. A pesquisa do MI mostra veículos de combustão interna a gasolina
com 15% de eficiência global, poço-a-rodas. Compara isso com a eficiência de
mais de 30% do FCHV-4 da Toyota, usando hidrogênio comprimido (58% poço-a-tanque
e 48% tanque-a-roda), e o 31% de eficiência global do MI para veículos normais
de célula de combustível com hidrocarbonetos (85% poço-a-tanque e 36% tanque-a-roda.)
A GM realizou um estudo poço-a-rodas
com o Laboratório Nacional de Argonne, BP, ExxonMobil e Shell. Este estudo encontrou
que os veículos dotados de célula de combustível a hidrogênio são a combinação
mais eficiente de combustível e sistema de propulsão a largo prazo, oferecendo
além disso, veículos com zero emissões no cano de descarga, maior eficiência,
menor CO2, poço-a-rodas, que outros veículos. Os protótipos de FCV também têm
um futuro promissor a largo prazo, em termos de redução de peso, tamanho e custos
para fazê-los mais competitivos com os atuais automóveis de combustão interna.
Visita nossa página de Tabelas para ver uma informação completa que
inclui as especificações e autonomia de todos os veículos com células de combustível,
atualmente em desenvolvimento.
Quanto custa uma célula de combustível?
Uma companhia comercialmente oferece
plantas de célula de combustível por mais ou menos US $3.000 por kilowatt. A
este preço, as unidades são competitivas apenas em grupos do mercado de alto
valor, e em áreas onde os preços da eletricidade são altos e o gás natural é
baixo.
Um estudo de Arthur D. Little, Inc.,
prediz que quando as células de combustível custarem abaixo de $1.500 dólares
por kilowatt, alcançarão uma penetração de mercado ao largo do país. Muitas
companhias estão vendendo pequenas unidades para propósitos de pesquisa. Os
preços variam.
As células de combustível terão
que ser mais baratas para serem comerciais em veículos. Os motores de automóveis
convencionais custam ao redor de $3.000 dólares para fabricar-los, pelo que
se necessita mais pesquisa para reduzir os custos das células de combustíveis
a estes níveis.
Posso
usar uma célula de combustível na minha casa?
As células de combustível são ideais
para geração de energia, seja conectada na rede elétrica para fornecer energia
suplementar e a garantia de respaldo em áreas críticas, ou instaladas como geradores
independentes da rede, para serviço nos locais, em áreas inacessíveis para as
linhas de potência. Além de que as células de combustível operam silenciosamente,
reduzem a contaminação por ruído, assim como a contaminação do ar, também o
calor, subproduto das células de combustível, pode ser usado para proporcionar
calefação ou água quente.
Existem três componentes principais
em um sistema de célula de combustível residencial – o reformador de combustível
para gerar hidrogênio, o gerador de célula de combustível e o condicionador
de potência. Muitos dos protótipos provados tem demonstrado que podem extrair
hidrogênio a partir do propano ou gás natural. O conjunto de células de combustível
converte o hidrogênio e o oxigênio do ar em eletricidade, vapor de água e calor.
O condicionador de potência converte depois, a corrente direta CD do conjunto
de células, em corrente alterna CA, que muitos aparelhos eletrodomésticos usam
para sua operação. A Fuel Cell Technologies
Ltd. (FCT) estima o período de pago do retorno, para um
sistema residencial de célula de combustível, em quatro anos. O preço inicial
por unidade, com baixos volumes de produção, será de aproximadamente $1.500
dólares por kW. Uma vez que os volumes de produção sejam altos, se espera que
o preço caia até $1.000 dólares por kW, com a meta final de obter custos por
baixo dos $500 dólares por kW. Os fabricantes de células de combustível estão
competindo para alcançar estas metas.
A H Power está unindo forças com companhias ao
redor do mundo e já assinou um contrato por $81 milhões de dólares com a Energy
Co-Opportunity (ECO), um consórcio de cooperativas elétricas rurais, para vender
suas células de combustível exclusivamente através das mais de 900 cooperativas.
A ECO concordou em comprar 12.300 células de combustível de H Power de 10kW
por $10.000 dólares cada uma. As duas companhias estão trabalhando para fabricar
e enviar unidades à Califórnia, empobrecida em potência elétrica, dentro dos
próximos meses, em cerca de $8.000 dólares por unidade. Espera-se que estes
preços caiam a valores de $3.000 e $4.000 dólares em sete anos.
A Plug Power e a GE MicroGen se uniram para
formar a GE
Fuel Cell Systems, LLC, e estão construindo uma rede de distribuidores qualificados
regionais para comercializar, instalar e dar serviço a suas células de combustível
residenciais. Uma planta pública já concordou em comprar 75 dos primeiros sistemas
de célula de combustível da Plug Power, um acordo com valor de $7 milhões de
dólares, iniciando este verão. O HomeGen 7000 é capaz de dar serviço a todas
as necessidades de energia de uma casa. Vários dos distintos modelos comerciais
que serão introduzidos poderão operar com gás natural, propano, ou metanol e
se espera que alcancem uma eficiência elétrica de 40%. O excesso de calor gerado
pela célula de combustível pode ser capturado e usado para água quente ou calefação,
aumentando a eficiência global até uns 80% ou mais. A GE assinou um acordo de
distribuição exclusiva com Recursos de Nova Jersey, para impulsionar o uso de
células de combustível em Nova Jersey e, a DTE Energy Technologies, distribuirá
estas unidades em Michigan, Illinois, Ohio e Indiana. A KeySpan Technologies
também assinou para comprar e provar umas 30 células de combustível em locais
selecionados na Cidade de Nova York e em Long Island.
A Global Thermoelectric Inc., um fabricante
de células de combustível de óxido sólido (SOFC), desenvolveu um sistema residencial
de células de combustível de 2.3 kW que está desenhado para cobrir a carga base
de uma casa normal da América do Norte. O primeiro protótipo, operando com gás
natural, foi entregue a Enbridge Inc., quem está provando o sistema para avaliar
características de desempenho, incluindo recuperação de calor, e cobrir as necessidades
de água quente de uma casa. Os resultados das provas serão incorporados nos
subseqüentes desenhos de protótipos.
A IdaTech demonstrou um sistema residencial
de célula de combustível de 3 kW e já iniciou a produção de unidades demonstrativas
para a Bonneville Power. O sistema, alimentado com metanol, é aproximadamente
do tamanho de um minicongelador e se espera que chegue ao mercado comercial
em 2003.
A UTC Fuel Cells (antigamente International
Fuel Cells) está desenvolvendo plantas de potência de células de combustível
PEM que operam com propano e com gás natural, para casas e aplicações leves,
com uma meta de data para 2003. Os grupos de células de combustível da UTC são
modulares e escaláveis, de tal modo que quando estejam independentes da rede,
uma série de células de combustível podem fornecer um nível alto de potência
confiável.
Muitas outras companhias estão desenvolvendo
e provando células de combustível para aplicações residenciais, trabalhando
junto com companhias abastecedoras de eletricidade e com distribuidores, para
trazê-las ao mercado. Ainda fabricantes de automóveis como a GM e a Toyota,
estão se ramificando mais além de seus veículos, e estão investindo dinheiro
em pesquisa e desenvolvimento para aplicações estacionárias.
Para promover a comercialização
de células de combustível residenciais, foi proposto a introdução de um crédito
por impostos para células de combustível estacionárias, tanto na Câmara (H.R.
1275) como no Senado (S. 828), e referido como o Comitê Para o Caminho e Meios
(Ways and Means Committee) e o Comitê de Finanças (Finance Committees), respectivamente.
Estes bônus permitiriam aos negócios, nos E.U.A. e contribuintes residenciais,
comprar um sistema de células de combustível para aplicações comerciais e residenciais
elegíveis, para um crédito de $1000 dólares por kW. Estaria disponível por cinco
anos, iniciando em 1º de janeiro de 2002 e até o 31 de Dezembro de 2006, depois
do qual se espera que os fabricantes de células de combustível produzam um produto
com custos para ingresso no mercado. Além disso, muitos estados têm leis de
medição do gasto de energia elétrica hoje em dia, o que permite que os clientes
que qualificam, possam vender excedentes de eletricidade de regresso a rede
elétrica, bem como o calor produzido pelas células de combustível.
Onde posso
comprar uma célula de combustível?
As seguintes companhias oferecem
uma variedade de produtos de células de combustível, sistemas protótipo de demonstração,
sistemas de baixa potência, sistemas de prova Beta, e produtos baseados em células
de combustível. Você precisará verificar com cada companhia individualmente
para ver se seus sistemas/produtos estão adaptados para suas necessidades. Você
também pode verificar nosso Mapa interativo e uma
lista de Fornecedores de Células de Combustível ou
comprar o nosso Diretório de Células de Combustível.
Avista Laboratories – células de combustível tipo PEM para
respaldo e aplicações remotas
Ball Aerospace Technologies Corp. – sistemas de potência de células de combustível
tipo PEM portáteis
BCS Technology, Inc. – sistemas pequenos de células de combustível
tipo PEM
DAIS-Analytic Corporation – sistemas pequenos de células de combustível
tipo PEM
EcoSoul, Inc - pequenos, kits educativos de células de combustível regenerativas
ElectroChem, Inc. – sistemas pequenos de células de combustível
tipo PEM
Electro-Chem-Technic – kits educativos de células de combustível
Element 1 Power Systems, Inc. – uma variedade de tamanho de sistemas de células
de combustível
GreenVolt Power Corporation – células de
combustível portáteis e de emergência
FuelCellStore.com – uma variedade de
produtos de células de combustíveis.
H-TEK, Inc. – kits educativos de células de combustível – sítio Japonês
Heliocentris Energiesysteme – kits educativos de células de combustível
IdaTech –
sistemas de células de combustível com geração de potência de até 10 kW
Plug Power, LLC – células de combustível tipo PEM para aplicações
residenciais
UTC Fuel Cells – plantas de potência 200kW PAFC
Conta-nos se tua companhia vende
células de combustível e se deveria ser adicionada a esta lista. Nota: somente
vendedores de produtos de células de combustível, conjuntos ou sistemas serão
agregados a esta lista.
Como
posso investir em companhias de células de combustível?
Como o Fuel Cells 2000 tenta ser
uma voz independente sobre a tecnologia de células de combustível, nós não recomendamos
ações de uma companhia sobre a outra. Entretanto, existe lugares na rede onde
podes conseguir informação sobre companhias de células de combustível, que são
publicamente comercializadas e podes procurar informação sobre as inversões
destas companhias. Listar estes sítios não é um endosso implícito do Fuel Cells
2000, sobre a informação contida neles:
- Hydrogen
Fuel Cell Investor – segue as notícias de companhias que são publicamente
comerciadas
- Green
Money – para
informação sobre companhias de inversão, que se enfocam na inversão de companhias
que vendem ou fabricam produtos energeticamente eficientes ou ambientalmente
benéficos.
- Clean Edge
– fornece uma variedade de serviços de pesquisa e consultoria dirigido a tecnologias
limpas. Nossa missão é ajudar as companhias e os investidores a entender e
se beneficiar da revolução tecnológica limpa, e catalisar o desenvolvimento
de companhias e mercados de tecnologias limpas.
- Cleantech
Venture Network – uma oportunidade única para que investidores e outros se beneficiem
economicamente, facilitando o crescimento de companhias jovens, com o potencial
de entregar grandes benefícios econômicos, ambientais e sociais. O CLEANTECH
organiza foros de inversão, fornece fluxo de negociação, publica informes
de inversão e oferece serviços relacionados com investidores e empresários.
Ao fazer isso, Network acelerará o desenvolvimento da próxima e necessária
onda de inversões.
O que detém o uso
das células de combustível?
Muitos desafios técnicos e de engenharia
ainda existem; científicos e engenheiros estão trabalhando duro nisso. O maior
problema é que as células de combustível ainda são muito caras. Uma razão chave
para isso é que não se estão fazendo suficiente em número, para permitir economias
de escala. Quando o modelo T Ford foi introduzido, também foi muito caro. Eventualmente,
a produção em massa fez o Modelo T acessível.
De onde
vem o Hidrogênio?
O hidrogênio, feito a partir de
energias renováveis, fornece uma fonte abundante e limpa de energia, capaz de
cobrir a maioria das grandes necessidades de energia do futuro. Quando se usa
hidrogênio como fonte de energia em uma célula de combustível, a única emissão
que se gera é a água, a qual pode ser eletrolisada para fazer mais hidrogênio
– o subproduto fornece mais combustível. Este ciclo contínuo de produção de
energia tem o potencial de substituir as fontes de energia tradicionais, em
qualquer capacidade – não mais baterias que não servem, se acumulando nos lixeiros
ou motores de combustão fazendo fumaça e causando contaminação. O único inconveniente
é que o hidrogênio ainda é mais caro que as outras fontes de energia, tais como
o carvão, o petróleo e o gás natural. Os pesquisadores estão ajudando a desenvolver
tecnologias para aproveitar este recurso natural e gerar hidrogênio em quantidades
massivas e a baixos custos, para competir com fontes tradicionais de energia.
Existem três métodos principais que os científicos estão investigando para a
geração barata do hidrogênio. Os três separam o hidrogênio da “matéria prima”
inicial, por exemplo combustível fóssil ou água – mas mediante métodos muito
diferentes.
Reformadores – As células de combustível geralmente
operam com hidrogênio, mas qualquer material rico em hidrogênio pode servir
como possível fonte de combustível. Isto inclui combustíveis fósseis como –
metanol, etanol, gás natural, destilados do petróleo, propano líquido e carvão
gaseificado. O hidrogênio é produzido destes materiais, mediante um processo
chamado reformação. Isto é extremamente útil quando não se conta com hidrogênio
armazenado, mas deve ser usado para potência, por exemplo, em um veículo impulsionado
por células de combustível. Um método endotérmico é a reformação a vapor. Este
tipo de reformação combina os combustíveis com vapor de água, evaporando-os
juntos a altas temperaturas. O hidrogênio é assim separado usando membranas.
Um inconveniente da reformação a vapor é que é um processo endotérmico – o qual
significa que consome energia. Outro tipo de reformador é o de Oxidação Parcial
(POX). Neste processo se emite CO2, o qual o faz contaminante, mas as emissões
de NOX, SOX, partículas, e outros agentes produtores de smog são, provavelmente,
mais desagradáveis que o CO2. As células de combustível os colocam em zero.
Enzimas – Outro método para gerar hidrogênio é
com bactérias e algas. A cianobactéria, um organismo monocelular abundante,
produz hidrogênio através da sua função metabólica normal. A cianobactéria pode
crescer no ar e na água e contém enzimas que absorvem a energia da luz do sol
e separam as moléculas de água, produzindo assim hidrogênio. Já que a cianobacteria
toma água e a sintetiza em hidrogênio, o subproduto é mais água, que se converte
em alimento para a próxima metabolização.
Geração mediante a energia Solar
e do Vento – Mediante
a coleta de energia renovável do sol e do vento, os pesquisadores são capazes
de gerar hidrogênio utilizando potência fotovoltaica (PVs), células solares
ou turbinas eólicas para eletrolisar a água e convertê-la em hidrogênio e oxigênio.
Deste modo, o hidrogênio se converte em um transportador de energia – capaz
de transportar a potência desde o lugar da sua geração a outro local, para ser
usado em uma célula de combustível. Isto seria uma verdadeira forma de zero
emissões, de gerar hidrogênio para uma célula de combustível.
O
que existe sobre a segurança do Hidrogênio?
Muitas perguntas tem surgido sobre
a segurança do hidrogênio como transportador de energia. O hidrogênio é altamente
inflamável e necessita pouco hidrogênio no ar para a sua combustão. Entretanto,
se é manejado adequadamente, é tão seguro ou mais que a maioria dos combustíveis,
assim mesmo, os produtores de hidrogênio e os usuários de hidrogênio tem gerado
recordes de segurança impecáveis, no largo dos últimos cinqüenta anos.
Existem muitos mitos sobre o hidrogênio,
que recentemente tem sido desacreditados. Um estudo do incidente de Hindenburg
encontrou que não foi o hidrogênio o que causou o acidente.
Estudos muito profundos demonstraram
que o hidrogênio apresenta menos riscos referentes a segurança no seu uso, que
outros combustíveis incluindo a gasolina, o propano e o gás natural. Em 1997,
a companhia Ford Motor Company junto com o Departamento de Energia publicaram
um "Informe de Segurança do Hidrogênio em Veículos" no qual concluem
que, "a segurança de um sistema de hidrogênio [Veículo com células de combustível]
é potencialmente melhor que os registros de segurança demonstrados pela gasolina
ou propano, e é igual ou melhor que aqueles de gás natural." O estudo citou
as propriedades flutuantes maiores no hidrogênio, mais alto limite inferior
inflamável e muito mais alto limite inferior de detonação, como os principais
contribuintes ao maior potencial em segurança do hidrogênio. Olha o Informe
de Segurança de Veículos a Hidrogênio: Sistema de Célula de Combustível de Membrana
de Troca de Protóns a Hidrogênio para Aplicações no Transporte - C.E. Thomas,
Directed Technologies, Inc., Arlington, Virginia, maio 1997, disponível para
a compra em NTIS Orden #DE98000309.
Especificamente, o estudo compara
a segurança de vários sistemas de combustível durante colisões em espaços abertos,
em túneis e no largo do ciclo de vida do combustível. O estudo encontrou que
em uma colisão em espaços abertos, os veículos alimentados com hidrogênio eram
mais seguros que os automóveis com motor de combustão interna (ICE) a gasolina,
propano ou gás natural, devido a quatro fatores.
- Os tanques de fibra de carvão de hidrogênio têm
alta resistência a ruptura, ainda em alto impacto. Em geral, os tanques de
hidrogênio e sistemas de operação estão desenhados para resistir, sem ruptura,
pressões de 2,25 a 3,5 vezes sua pressão de operação, colisões a alta velocidade
e disparos diretos de rifles e pistolas de alta potência
- O hidrogênio possui uma densidade de somente
7% a do ar natural, e é altamente flotante, de tal modo que tenderá a elevar-se
e dissipar-se sem vento nem ventilação. A densidade do gás natural é de 55%
a do ar, enquanto que tanto os vapores da gasolina (3,4 a 4 vezes mais pesados)
e do propano (1,52 vez mais pesados) são mais pesados que o ar. O Hidrogênio
também tem um coeficiente de difusão 3,8 vezes maior que o do gás natural,
6,1 vezes maior que os vapores do propano e 12 vezes maior que os vapores
da gasolina. Conseqüentemente, o gás hidrogênio se eleva e difunde lateralmente
mais rápido que o gás natural, propano ou gasolina. Em espaços abertos, a
velocidade de dispersão maior do hidrogênio deve ser traduzida em menos incêndios.
Também, para que o hidrogênio se queime para baixo, i.e. quando o ponto de
ignição está por cima do gás, a mistura hidrogênio/ar deve ter ao menos 9%
de hidrogênio ou maior. ("Se a fonte de ignição está acima um 10% ou
menor que a mistura inflamável do hidrogênio, o hidrogênio que está abaixo
da fonte não iniciará uma ignição"). Em comparação, o metano tem um limite
inferior de flama de propagação, abaixo de 5.6%, fazendo com que o metano
seja mais propenso a iniciar uma ignição que o hidrogênio, devido a uma fonte
de ignição localizada por cima da mistura gás/ar.
- Um veículo com célula de combustível poderia
transportar aproximadamente uns 60% menos de energia que um veículo de combustão
interna, por que é mais eficiente. Se queimarmos o hidrogênio em um automóvel
de células de combustível, geraríamos menos energia térmica, comparado com
uma a mesma quantidade de gás natural, propano ou gasolina de um automóvel
de combustão interna. O Hidrogênio gás se queimaria também mais rápido em
caso de fogo, já que tem uma velocidade de queima umas sete vezes maior que
a do gás natural ou da gasolina. O resultado poderia ser uma flama rápida
de fogo ou um fogo que não causaria tanto dano como o fogo iniciado pela gasolina.
- Um automóvel alimentado por uma célula de combustível
teria menos sensores de segurança e dispositivos que detenham o fluxo de hidrogênio
através do sistema, se ocorresse uma fuga de combustível ou em caso de impacto.
Mediante o selado do tanque, as medidas de segurança diminuiriam as possibilidades
de que uma ruptura na linha cause uma fuga contínua, que leve a uma concentração
suficiente para iniciar a ignição. O desenho do veículo também cortará a energia
elétrica das baterias, eliminando assim a fonte de ignição.
Em uma colisão em um túnel, as mesmas
propriedades que fazem o hidrogênio mais seguro em espaços abertos ao ar, deverão
torná-lo mais seguro. O gás hidrogênio se dispersará mais rápido que outros
combustíveis, criando entretanto uma flama mais larga de gás, que possa potencialmente
fazer contato com mais fontes de ignição que, por exemplo, uma flama de gás
natural.
Se é manejado adequadamente, o ciclo
de vida do hidrogênio deverá provar ser mais seguro que os do gás natural, propano
e gasolina. A produção e transporte do hidrogênio teriam menos riscos públicos
diretos, já que linhas de dutos de hidrogênio e caminhões pipa apresentam menos
riscos públicos que caminhões pipa com petróleo (ver acima). Além disso, o hidrogênio
não é tóxico e não contaminará o ambiente como faria um derramamento de propano,
gasolina ou ainda gás natural.
Os recordes em segurança do hidrogênio
não mostram evidências de riscos não usuais. Os caminhões de hidrogênio líquido
levaram pelos caminhos do país um por meio de 70 milhões de galões de hidrogênio
líquido por ano, sem nenhum acidente sério. Uma mistura gasosa alta em hidrogênio
chamada "gás de cidade" (town gas) utilizada para iluminar as ruas
e casas, mostrou ter uma mesma taxa de segurança que o gás natural, usado de
maneira similar. O hidrogênio tem sido manejado e enviado em centenas de milhas
de dutos, com relativa segurança, para as indústrias de petróleo, química e
do aço. Mais ainda, a NASA tem usado hidrogênio líquido como sua principal fonte
de combustível, durante os últimos cinqüenta anos, sem nenhum acidente sério.
Você pode ler mais sobre o hidrogênio
e segurança do hidrogênio na nossa Biblioteca
de Célula de Combustível. Para mais informação sobre Segurança do Hidrogênio,
clique AQUI.
Os automóveis de células
de combustível podem usar outros combustíveis além do hidrogênio?
As células de combustível operam
com hidrogênio, o elemento mais abundante sobre a terra. O mais simples e eficiente
dos desenhos de veículos armazenam o hidrogênio a bordo, seja como gás comprimido,
líquido ou como hidreto metálico. Devido a sua baixa densidade energética, entretanto,
o hidrogênio é mais difícil de transportar e armazenar que os outros combustíveis
líquidos. Além disso, a infraestrutura é limitada para a distribuição de hidrogênio
ao público motorista. Muitos fabricantes de automóveis têm optado por usar um
combustível de ‘transição’ nos seus primeiros veículos de células de combustível
comerciais não frotas, com a visão de largo prazo de estabelecer uma infraestrutura
de hidrogênio. A Daimler Chrysler está olhando o metanol e o hidrogênio
como opções para seus primeiros FCVs ao mesmo tempo em que olha outras atrativas
alternativas como o borohidreto de sódio; a Ford anunciou seu interesse no metanol
como combustível transitório até o hidrogênio; a GM está interessada no metanol,
hidrogênio e gasolina limpa baixa em enxofre (CHF); enquanto que a Toyota anunciou
que seu primeiro veículo, não de frota, FCVs, provavelmente usará CHF como combustível
de transição até o hidrogênio puro.
Os primeiros veículos FCVs
serão, entretanto, veículos de frotas alimentados com hidrogênio. Isto é possível já que os veículos poderão ser reabastecidos em um posto
de serviço central.
Se todos estes automóveis
com células de combustível estão emitindo água, isto não cria outros problemas?
De acordo com cálculos de Jason
Mark da Union of Concerned Scientists:
Assumindo que todas as entradas
de hidrogênio se convertem em água, e que toda esta água é emitida (como líquido
vapor), "Se toda a frota de veículos de passageiros dos E.U.A. estivera
alimentada por hidrogênio, à quantidade de água emitida anualmente (assumindo
que não existem perdas) seria 0.005% da taxa de evaporação natural (água que
evapora ou é transpirada por plantas) nos E.U.A. continental"
Muita gente está preocupada sobre
a quantidade de água produzida por um veículo de células de combustível. Se
preocupam sobre "para onde irá essa água?" "Causará neblina ou
gelo?" o que podemos fazer para torná-la mais útil. Algo de discussão sobre
o que agora temos (motores de combustão interna) e o que teremos em uns poucos
anos (o veículo de célula de combustível) nos poderá ajudar a colocar isto em
perspectiva.
É importante recordar que os motores
a gasolina também produzem água. O hidrogênio da gasolina (e o do diesel e do
gás natural) se combina com o oxigênio na chama para produzir água. A produção
de água é uma das grandes razões por que a combustão ocorre, já que a formação
de água produz calor que faz a reação possível. Não é algo novo produzir água
enquanto se gera potência e energia. A queima ou oxidação de qualquer combustível
que contenha hidrogênio, produz água. O único combustível que pode ser uma exceção
a esta regra é o carvão puro. Para propósitos de comparação usaremos como base
da gasolina ao C6H18 (octano). Basearemos nossos cálculos no que ocorre em um
motor de combustão interna que queima octano.
A célula de combustível clássica
usa hidrogênio como combustível. De onde vem hidrogênio? Do gás natural! Assim
é, a maioria do hidrogênio que hoje se vende no mundo é feito a partir do gás
natural, (o gás natural é quase por completo metano, CH4). A conversão é realizada
combinando o CH4 com a H2O (água!) para fazer H2 e CO2, assim que a fabricação
do hidrogênio em realidade UTILIZA água! Tomaremos isto em conta usando unidades
de energia para comparação e fazê-lo mais simples.
Assim que, comparamos a energia
de uma célula de combustível que usa hidrogênio derivado do gás natural, com
a energia de um automóvel que utiliza gasolina (octano). Qual é a diferença?
O calor de formação da água é de - 69 kcal/mol e o do dióxido de carbono é de
- 94 kcal/mol. O calor de combustão do octano no ar em perfeita estequiometria,
sem deixar hidrocarbonetos sem queimar, é de 1806 kcal/mol e a energia química
potencial contida na mesma quantidade de metano é de 370 kcal/mol. Devemos reduzir
a energia do metano em uns 15% para considerar uma eficiência de 85% (base energética)
do reformador. A redução nos deixa com 315 kcal/mol no metano. Comparando o
conteúdo de energia com o conteúdo de hidrogênio nos permite chegar a diferença
na produção de água dos dois combustíveis.
A taxa de calor produzido oxidando
quimicamente cada um é de 1806/315 = 5,7. Isto é, um mol de octano produz quase
seis vezes a energia de um mol de metano, convertido em hidrogênio e usado em
uma célula de combustível, também pesa mais.
A taxa de água formada é a mesma
que a taxa de átomos de hidrogênio, 18/4 = 4,5. O que significa que o octano
produz 4,5 vezes a quantidade de água que o metano produz para gerar 5,7 vezes
de energia. Calcular a taxa relativa de produção de água para uma unidade comum
de energia (cal ou btu) nos dá 4,5/5,7 = 0,78. Assim, o octano gera menos água
(22%) que o metano, por unidade de energia. Mas esta energia não considera o
dispositivo de conversão de energia (a célula de combustível versus o motor
de combustão interna). Necessitamos considerar a eficiência de conversão de
energia. As células de combustível tipicamente têm eficiências de 30%-40% em
tamanhos para automóveis.
Tem ainda maior eficiência, por
exemplo, operando com hidrogênio puro. Alguns usos de automóveis com hidrogênio
puro alcançaram eficiências de 50% usando células de combustível. Os motores
de combustão interna com gasolina são afortunados se obtém 15%-20%. Isto significa
que pela mesma energia no combustível, o automóvel com célula de combustível
fará o dobro de trabalho e o auto viajará o dobro, ou inversamente, o auto com
célula de combustível só necessitará a metade de energia para realizar o mesmo
trabalho (andar as mesmas milhas). Assim, divide 5,7 pela metade para obter
5,7/2 = 2,85 (só necessitas a metade de energia para fazer o mesmo trabalho!)
e assim já tens a RESPOSTA FINAL 4,5/2,85 = 1,6. Assim, o motor de combustão
interna em realidade, gera 1,6 vez MAIS água que uma célula de combustível,
pela mesma quantidade de milhas viajadas, no mesmo auto, com o mesmo número
de passageiros e carga. Sobre uma base de "milhas viajadas", a célula
de combustível produz MENOS água que um a gasolina. Isto se deve, principalmente,
a maior eficiência da célula de combustível, comparada com a do motor de combustão
interna.
Enquanto é verdade que o motor de
combustão interna gera mais água, o faz a maiores temperaturas e isto poderia
tender a manter a água na fase vapor por mais tempo que o escape de baixa temperatura
da célula de combustível. Ainda está por se ver como os automóveis de células
de combustível de agora se comportarão em uso, mas A Associação de Células de Combustível
da Califórnia o averiguará. Tenha em mente que em dias frios, a umidade
relativa usualmente é muito baixa, ainda se está nevando, de tal modo que as
possibilidades de condensação nas ruas são reduzidas. Em Chicago e Vancouver,
quando se provaram os ônibus da Ballard, colocaram o cano de descarga na parte
alta do ônibus, para ajudar a estar seguros de que o vapor de água não causaria
problemas e assim foi! Só produziu uma “flama” de vapor de água em dias frios,
mas não causou nenhum problema de condensação.
O que está fazendo
agora o governo dos E.U.A.?
O apoio do governo pode outorgar
um momento duradouro para o desenvolvimento de novas tecnologias. As agências
de governo ao redor do mundo estão fazendo sua parte na pesquisa e desenvolvimento
de células de combustível (ID). Em janeiro de 2002, o Secretário de Energia
dos E.U.A., Spencer Abraham, anunciou uma nova associação de cooperação em pesquisa
automotriz chamada FreedomCAR, com o Conselho para a Pesquisa Automotriz dos
E.U.A. (USCAR), e três grandes fabricantes de automóveis: Ford, General Motors
e DaimlerChrysler. Este programa substitui a Associação para uma Nova Geração
de Veículos (Partnership for a New Generation of Vehicles - PNGV) e levará adiante
os veículos com células de combustível, assim como atacará problemas relacionados
com a criação da infraestrutura.
“Sob este Novo programa … o governo
e o setor privado financiarão pesquisas para a tecnologia de células de combustível
avançada e eficiente, a qual usa o hidrogênio para mover automóveis sem criar
nenhuma contaminação,” Abraham disse. “Os resultados de largo prazo deste esforço
conjunto, serão autos e caminhões que são mais eficientes, baratos de operar,
livres de contaminação e competitivos. Este plano está baseado no chamado do
Presidente Bush, lançado em maio passado, no nosso Plano Nacional de Energia,
para reduzir a dependência Estadunidense no petróleo externo, mediante um balanço
da produção de energia doméstica e a nova tecnologia para promover maior eficiência
energética.”
Este é talvez o maior passo que
deu o governo dos E.U.A. para apoiar a tecnologia de células de combustível,
mas não é o primeiro. Em 2000, o Departamento de Energia dos E.U.A. (DOE) comprometeu
$135 milhões de dólares em financiamento para a pesquisa, incluindo projetos
em células de combustível avançadas, hidrogênio e motores de gasolina com emissões
extremamente baixas de óxidos de nitrogênio (NOx). O DOE também outorgou $17,9
milhões de dólares em assistência financeira compartida, para financiar a nova
pesquisa em células de combustível avançadas, em três companhias de Massachusetts:
Nuvera Fuel Cells, Mechanology LLC, e Arthur D. Little Inc.
Em 2000, o DOE formou a SECA, Solid State Energy Conversion Alliance,
composta por fabricantes comerciais, universidades, laboratórios nacionais e
agências do governo para desenvolver células de combustível de estado sólido
de baixo custo e alta densidade de potência, para uma ampla faixa de aplicações.
O governo dos E.U.A. também tem
e opera 30 unidades de co-geração de células de combustível, a frota de células
de combustível maior do mundo, em conjunto com os programas de pesquisa do Centro
de Pesquisa e Desenvolvimento de Engenheiros da Armada dos E.U.A. e do Laboratório
de Pesquisa de Engenharia da Construção.
O Departamento de Transporte mantém
um programa de pesquisa de ônibus com células de combustível. A Agência de Proteção
Ambiental (Environmental Protection Agency – EPA) tem um programa para facilitar
o uso de células de combustível em aterros sanitários e plantas de tratamento
de água com várias células de combustível, já tendo sido instaladas através
dos Estados Unidos da América.
Lançado em 1996, o Programa de Células
de Combustível para a Mudança Climática do Departamento de Defesa (Department
of Defense’s – DOD, Climate Change Fuel Cell
Program) dá um bônus de $1.000 dólares/kilowatt a compradores de plantas
de células de combustível. Este programa de compra forneceu mais de $18,8 milhões
de dólares para a compra de 94 unidades de células de combustível. O DOD também
tem um programa demonstrativo de células de combustível residenciais que incluem
21 unidades em 12 diferentes locações militares.
Durante a maior parte dos 70s e
inícios os 80s, um programa federal que incluía a Oficina de Energia Fóssil
do DOE e vários fabricantes de células de combustível, colaboraram no desenvolvimento
de sistemas de células de combustível de ácido fosfórico (PAFC). Hoje em dia,
em grande parte devido a estes esforços, a UTC Fuel Cells está fabricando e
vendendo PAFCs ao redor do mundo.
A finais dos 80s, este programa
mudou sua ênfase até os sistemas de células de combustível de carbonatos fundidos
e de óxido sólido. No resumo do pressuposto do ano de 2003 (FY2003 Budget briefing),
a Oficina de Energia Fóssil sugeriu que estes programas haviam tido progresso
mais além da etapa de desenvolvimento, dizendo “as células de combustível de
carbonatos fundidos e de óxido sólido estão prontas para passar da etapa comercial
e usos prematuros da tecnologia”.
O anúncio recente do FreedomCAR
criou uma nova consciência pública sobre a tecnologia de células de combustível,
mas o interesse do governo dos E.U.A. em células de combustível há estado aí
desde muito tempo. Finalmente, as células de combustível tem estado obtendo
uma grande atenção e exposição dos meios de comunicação, e a gente está aprendendo
sobre seus benefícios e aplicações. Com o apoio do governo, os E.U.A. podem
manter-se na corrida das células de combustível e possivelmente sair adiante.
Vinte seis companhias de células
de combustível e uma organização ambiental líder apresentaram para a administração
de Bush, o Congresso e a prensa um plano para acelerar a comercialização de
células de combustível. Visita www.fuelcellpath.org para ver o documento.
Meu estado oferece
incentivos para comprar ou instalar células de combustível?
A Updike, Kelly Spellacy,
P.C., uma empresa de advogados com um grupo de prática de Células de Combustível
e Alternativas (Fuel Cell Alternative), distribui um boletim informativo
grátis (weekly newsletter)
que inclui atualizações sobre leis e regulamentações sobre energia alternativa
ao largo dos Estados Unidos da América e outros vários sítios internacionais.
Também oferecem um Informe Trimestral sobre iniciativas de células de combustível.
Quatorze estados ao largo dos E.U.A.
estabeleceram fundos para promover tecnologias de energia renovável. A rede
de Fundos de Energia Limpa (Clean
Energy Funds Network - CEFN) é um projeto não lucrativo que fornece informação
e serviços técnicos para estes fundos, e que existe para trabalhar com eles
em construir e expandir mercados de energia limpa nos E.U.A.
A Califórnia apoiou as energias
renováveis por décadas. Depois da desregulamentação da indústria elétrica em
1996, os consumidores tiveram a oportunidade de comprar eletricidade de Fontes
Renováveis de Energia (Programa de Crédito ao Consumidor - Customer Credit Program),
ou, se assim queriam, gerar sua própria eletricidade, o estado ajudaria a pagar
o sistema (Programa de Renováveis Emergentes - Emerging Renewables Program).
A Comissão de Energia da Califórnia (California
Energy Commission) lista os programas do estado e informação estatística
sobre eles, assim os consumidores podem aprender como conseguem se increver
nestes programas.
O Fundo de Energia Limpa de Connecticut
(Connecticut Clean Energy Fund)
está ocupado num esforço de largo prazo para promover, em Connecticut, a produção
e uso de energia de fontes renováveis limpas.
O Projeto da Terceira Fronteira
de Ohio (Ohio Third Frontier
Project) coloca a Ohio como um líder nacional na crescente indústria de
células de combustível. O Governador Bob Taft revelou uma iniciativa de três
anos de $100 milhões de dólares, em pesquisa, projetos demonstrativos e criação
de trabalhos.
O Fundo de Desenvolvimento Sustentável
(Sustainable Development Fund - SDF)
foi criado pela Comissão Pública de Plantas Elétricas da Pennsylvania, na última
ordem de procedimento da reestruturação na planta de geração PECO Energy electric
utility. Um grupo de organizações ambientais e de consumidores, conhecida como
os Ambientalistas, fez do SDF um elemento clave para os termos de sua formação.
Sua visão foi que a SDF ajudará a ter um futuro de energia sustentável para
o sudeste da Pennsylvania fazendo crescer uma infraestrutura de energia limpa
e renovável na região.
O que estão fazendo
nos outros países?
Os E.U.A. encaram uma forte competição
de outros países. Canadá, Japão e Alemanha estão promovendo fortemente o desenvolvimento
de células de combustível com bônus de crédito, empréstimos com baixos interesses
e financiamento para apoiar a compra prematura e conduzir para custos mais baixos.
O que segue a continuação, é só a ponta do iceberg das atividades de células
de combustível, que ocorrem fora dos E.U.A..
No Canadá,
a Iniciativa Nacional de Inovação e Pesquisa de Células de Combustível (National
Fuel Cell Research and Innovation Initiative), formada pelo Ministério Federal
investiu uns CAN$30 milhões (US$ 20.255.215) para reforçar a pesquisa e o desenvolvimento
da indústria. Como parte desta iniciativa, os ministros inauguraram uma nova
instalação de Pesquisa de Células de Combustível, no Centro de Inovação do Conselho
Nacional de Pesquisa (National Research Council's - Innovation Center), na Universidade
de Columbia Britânica. O gasto federal de CAN$100 milhões (US$67.604.093) estimulará
novas tecnologias ambientais que reduzam emissões de gases tipo estufa, tais
como turbinas de vento, células de combustível e materiais avançados, com o
Fundo de Desenvolvimento Tecnológico Sustentável (Sustainable Development Technology
Fund). O NETL estima que o gasto total de programas do governo e indústria Canadenses,
é de no mínimo $116 milhões.
Também no Canadá, a Ballard Power
Systems recebeu $30 milhões do governo Canadense. A Ballard fez equipe com uma
subsidiária de uma companhia elétrica em Nova Jersey para comercializar unidades
de co-geração de células de combustível estacionárias. A DaimlerChrysler, recentemente
investiu CAN$450 milhões, em efetivo, na Ballard, para o desenvolvimento de
veículos com células de combustível. A DaimlerChrysler já apresentou cinco veículos
de células de combustível, sendo o último o NECAR 5, um veículo de célula de
combustível a metanol para passageiros, baseado no automóvel Mercedes clase-A.
Na Europa,
o governo federal da Alemanha aumentou seus fundos para a pesquisa de tecnologias
não nucleares em 2000, para fazê-la equivalente com a quantidade de 1995, a
qual havia caído um 30% até 1999. O pressuposto de 2000 para células de combustível,
aumentou de 6,5 milhões de EUROS a 8,5 milhões de EUROS (US$7.355.900).
Em 1998, a Itália gastou $6,1 milhões (11,2 mil milhões de liras) em ID
de células de combustível. O programa de células de combustível tipo PEM para
2000-2004 inclui cooperação próxima entre governo e indústrias de células de
combustível, automotrizes e do petróleo, com o objetivo de desenvolver veículos
de células de combustível para o 2004. Várias opções de combustíveis são consideradas,
incluindo combustíveis tradicionais como hidrogênio e metanol. O pressuposto
solicitado para 2000-2004 foi de aproximadamente $108,5 milhões (200 mil milhões
de liras). O pressuposto para MCFC solicitado, vai de $5,4 a 24,4 milhões (10
a 45 mil milhões de liras) por ano para os próximos cinco anos, com a meta principal
de desenvolver grupos de células de combustível MCFC com capacidade de até 500
kW.
No Japão,
o pressuposto para as células de combustível do Ministério do Comércio e Indústria
Internacional (MITI), para o ano 2000 (FY2000), foi de 8.510 milhões de yens
(US$79.514.132), quase o dobro do pressuposto de 1999. Muitas companhias Japonesas
estão trabalhando em células de combustível, incluindo a Toyota, Toshiba, Suzuki
e Sanyo.
A BP e o Painel de Desenvolvimento
Econômico (Economic Development Board - EDB) assinaram uma carta de intenção
para construir estações de abastecimento de hidrogênio para motoristas em Singapura
que dirijam veículos que usem hidrogênio. A BP planeja instalar estas estações
de abastecimento, com custos entre US$500.000 e US$1,5 milhões cada uma, em
2003.
Em Coréia,
como parte de um programa de cooperação com o governo coreano, a empresa Hyundai
Motor Company ordenou $391.000 dólares em valor de grupos de células de combustível,
da Ballard Automotriz. As células serão usadas em um programa para a avaliação
e desenvolvimento da tecnologia de células de combustível.
A China planeja investir 1 mil milhões de yuans
(US$120 milhões) em pesquisa de automóveis elétricos impulsionados por células
de combustível. A China tem agora mais de 20 institutos e empresas especializadas
em células de combustível. Um plano é também o desenvolvimento, onde o governo
municipal de Shangai investirá 100 milhões de yuans (US$12 milhões) por ano
em apoio à pesquisa e desenvolvimento de células de combustível.
No Reino
Unido (RU), o consumo de eletricidade a partir de fontes novas ou renováveis
de energia somou uns 2% ($20 milhões de dólares [£ 15 milhões]) em 1998. O governo
tenta incrementar o segmento de mercado com renováveis até um 5% em 2003 e 10%
em 2010. O governo também usará medidas para a estimulação de mercado tais como
a provisão de mercados garantidos para geradores de combustíveis não fósseis
(via a iniciativa Non-Fossil Fuel Obligation), e dirigir apoio para ID
de tecnologias de energias renováveis. As tecnologias que estão sendo consideradas,
por seu potencial de exportação e seu potencial de contribuições a meta do Reino
Unido de 2010 de 10% de renováveis, incluem células de combustíveis, fotovoltaica,
vento para fora da costa e colheitas de energia. A pesquisa apoiada por este
programa aponta para melhoras de redução dos custos, que permitirão o aumento
comercial de sistemas de energia renovável em uma escala significativa. O governo
fornece fundos para ID de energias renováveis, sobre uma base de compartir
os custos com companhias do RU e busca nivelar seus recursos, com aqueles de
programas de ID da CEU, tais como o SAVE e o THERMIE. Adicionalmente, o
Conselho de Pesquisa de Ciências Físicas e Engenharia da Gran Bretanha (Britain's
Engineering and Physical Sciences Research Council), lançou um programa expandido
a $5 milhões de dólares / ano, para ID fundamental enfocado a energia renovável.
A Islândia está liderando o caminho na corrida até
a primeira economia de hidrogênio. A companhia Icelandic New Energy (INE) Ltd.
É uma empresa unida de: VistOrku hf (EcoEnergy), DaimlerChrysler AG, Norsk Hydro
ASA, e Shell Hydrogen BV. O propósito desta companhia, encabeçada por Jon Bjorn
Skulason, é pesquisar o potencial para eventualmente substituir o uso de combustíveis
em Islândia, com combustíveis baseados no hidrogênio, e criar a primeira economia
de hidrogênio do mundo. A companhia encabeçará vários projetos, incluindo o
Sistema de Transporte da Cidade Ecológica (ECTOS) que incluem três ônibus Mercedes-Benz
Citaro com células de combustível a hidrogênio, em Reykjavik. Este projeto se
espera que inicie em 2002. Outro projeto com a DCH Technology Inc se enfocará
no uso de células de combustíveis comerciais em Islândia.
O que mais se deve
fazer para impulsionar o desenvolvimento das células de combustível?
O governo dos E.U.A. deverá tomar
três passos para ajudar a comercializar as células de combustível:
1. Incrementos importantes são necessários nos pressupostos
para o ID do Departamento de Energia e de Transporte.
2. O governo federal deverá também tomar as rédeas
para comprar as primeiras unidades de potência e veículos.
3. O governo deveria continuar e expandir o programa
de ajuda de compra das primeiras unidades instaladas no país.
Para colocar custos em perspectiva,
pagamos mais de $5 mil milhões de dólares de petróleo importado cada mês. Uma
pequena fração desta quantidade poderia comercializar células de combustível
em cinco anos e criar dezenas de milhares de empregos.
Células de Combustível
e Hidrogênio: O Caminho Adiante apresenta uma estratégia muito completa
para a inversão federal em tecnologia de células de combustível e infraestrutura
de combustível. Vinte e seis companhias de células de combustível e uma organização
ambiental líder apresentaram, em setembro 5-6, 2002, para a administração de
Bush, ao Congresso e a Prensa, este plano para acelerar a comercialização de
células de combustível. Realizado por Robert Rose, diretor executivo do Breakthrough
Technologies Institute (BTI), o informe foi resposta às solicitações do Congresso,
para a direção que deve seguir para comercializar, em grande escala, as células
de combustível.
O informe "Caminho Adiante"
estabelece um plano de 10 anos, com um custo compartido de $5,5 mil milhões
de dólares, desenhado para maximizar os benefícios da associação governo-indústria.
Os $5,5 mil milhões de dólares são a contribuição do governo federal dentro
do plano, comparável com inversões em energia passadas, dentro do governo. A
coalizão de células de combustível estima que a indústria investiria dez vezes
esta quantidade.
Os objetivos completos do plano
se encontram em várias áreas do programa:
$2.330 milhões de dólares para Pesquisa
e Desenvolvimento
$1.325 milhões de dólares para frotas piloto e compras em geração de potência
$675 milhões de dólares para incentivos e descontos fiscais
$950 milhões de dólares para o desenvolvimento da infraestrutura
$105 milhões de dólares para superar barreiras de mercados
$60 milhões de dólares para programas educativos e de divulgação, incluindo
campanhas nos meios de comunicação
$105 milhões de dólares para a administração federal coordenada
Desde a publicação do informe, este
ganhou muitos apoios adicionais na indústria, junto com o endosso do Conselho
de Células de Combustível dos E.U.A., com aproximadamente 115 membros.
Como
posso construir minha própria célula de combustível?
Existe um artigo da revista Home
Power, disponível na internet, que fornece instruções passo a passo sobre como
construir uma célula de combustível desde zero: http://www.homepower.com/download2.htm - Clique em "Hydrogen" . O artigo
tem direitos de cópia a nome dos autores. Se não tens Adobe
Acrobat para ler arquivos PDF e queres ver uma
versão HTML, então clique AQUI.
O livro eletrônico de Phillip Hurley,
Constrói tua Própria Célula de Combustível (Build
Your Own Fuel Cells) contém instruções ilustradas completas, fáceis de
entender, para construir vários tipos de células de combustível de membrana
de troca de prótons (PEM) – assim como outras instruções para seis tipos de
células combustíveis tipo PEM, incluindo células de combustível convectivas
e células combustíveis de hidrogênio-oxigênio, ambas monocélulas e conjuntos
de células.
Existe algum projeto científico,
que a escola possa fazer, e que envolva células de combustível?
Existem muitas fontes de informação
enfocadas em células de combustível e muitos sítios web oferecem projetos científicos
e planos de estudo para estudantes e professores, interessados em aprender mais
sobre esta tecnologia. A página de Recursos Educativos
do nosso Centro Profissional, tem uma lista muito completa.
O Dr. Martin Schmidt escreveu um
artigo, que fornece um excelente projeto científico para a escola, escrito para
todas as pessoas interessadas, incluindo aquelas com pouco conhecimento prévio
sobre células de combustível. Podes encontrar esse artigo em: www.fuelcells.org/career/scienceproject.pdf.
Se estás interessado em construir
tua própria célula de combustível, existe um artigo na revista Home Power que
te dá instruções passo a passo sobre como construir uma célula de combustível
desde zero: http://www.homepower.com/download2.htm - Clique em "Hydrogen". Este
artigo tem direito de cópia em nome dos autores.
A Tecnologia de Células de Combustível:
Um Sistema Alternativo de Energia para o Futuro (Fuel Cell Technology: An Alternative
Energy System For the Future), contém uma lição de células de combustível para
professores, mas inclui experimentos que os estudantes podem usar para um projeto
científico ou informe na escola. http://www.fetc.doe.gov/coolscience/teacher/lesson-plans/lesson6.html
A Energy Quest, um programa da Comissão
de Energia da Califórnia (California Energy Comisión), tem uma grande quantidade
de excelente informação sobre células de combustível , energia renovável e veículos
alternos. Na seção de Projetos de Energia e Ciência (Energy Science Projects)
tem um número de projetos científicos e atividades em energia para estudantes,
K-12, incluindo ligas para outros sítios, com projetos científicos. www.energy.ca.gov/education/projects/projects-html/projects.html
Como sempre, para se informar sobre
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de células de combustível – diferentes tipos de células de combustível, aplicações
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de combustível e panfletos informativos. Você pode também ir para a página de
Ligas para acessar informação de agências de governo,
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tipos de células de combustível, aplicações e combustíveis. Nossa Livraria
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